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quinta-feira, 21 de maio de 2009

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Estava fresca a noite, sem estar fria, e caminhei gozando os mil e um ruídos trazidos pela suave aragem, até que alcancei a orla da floresta. À minha frente estendia-se o espectáculo mais maravilhoso, mas também um pouco assustador, que os meus olhos alguma vez tinham contemplado. Vi estranhas montanhas e animais que nunca vira antes. Deixei-me ficar e ali dormi até que a claridade do dia me acordou suavemente.
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3 comentários:

Teresa Durães disse...

há uma música infantil de um coelhinho que quer ir para o bosque mas veio o corcodilo e... nhac nhac

GUARDA-LIVROS disse...

Pois deixa que te diga Coelhinho: Foi uma sorte teres acordado!!!


Que sitio é este? O parque jurássico???
Vendo melhor... Faz-me um cromo das cadernetas "Da pré-história ao mundo actual"
Lá no meu estaminé tenho muito disso. Cromos. Até para a troca.



E ainda dizes tu que tens receio de mim...

GUARDA-LIVROS disse...

Então Modesto Coelhinho?


Foste engolido pela floresta?


(Olha, era o que eu precisava!)