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quinta-feira, 11 de setembro de 2008

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É difícil deixarmos de nos preocupar com alguém de quem muito gostámos. Mesmo depois de acabar o amor.
Custa-me sabê-la carente e a viver num mundo de fantasia, sempre sozinha e a imaginar que ainda vivo com ela.




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Assim, fui lá deixar-lhe um pequeno robot. Tem um ar ligeiramente amaricado, com uma blusinha cor de rosa às florinhas, mas agora fazem-nos assim para dar para os dois sexos. Trabalha a pilhas e aguenta-se meia hora, o que é bastante mais tempo do que o que eu aguento. Nesse aspecto ela fica a ganhar. E não só, com ele não precisa de andar sempre a varrer as caganitas.

Deixei-lho à porta e fugi rapidamente: tive medo de cair na tentação e ir ter com ela.

1 comentário:

Mónica disse...

belo quadro preto :P